Pretende-se reflorestar cerca de 100 hectares de áreas ardidas, livres ou que necessitam de reconversão com cerca de 100.000 árvores de espécies espontâneas da região ao mesmo tempo que se espera informar e formar os cidadãos da região sobre a importância da floresta nativa e estimular a participação de todos os interessados em atividades de criação e melhoria das florestas metropolitanos.
O objectivo central é aumentar e melhorar a qualidade da área de floresta nativa na Área Metropolitana do Porto (AMP) através de um projeto colaborativo no qual têm um papel fundamental as autarquias, os cidadãos, os proprietários florestais, as associações, as instituições de ensino, as entidades governamentais, as empresas, entre outros. O projecto tem uma duração de cinco anos.
O objectivo central é aumentar e melhorar a qualidade da área de floresta nativa na Área Metropolitana do Porto (AMP) através de um projeto colaborativo no qual têm um papel fundamental as autarquias, os cidadãos, os proprietários florestais, as associações, as instituições de ensino, as entidades governamentais, as empresas, entre outros. O projecto tem uma duração de cinco anos.
Que espécies de árvores são plantadas?
Sempre espécies arbóreas e arbustivas autóctones da flora portuguesa, isto é, espontâneas no nosso país (e na região). A escolha das espécies para cada local depende principalmente das características ecológicas de cada sítio. São privilegiadas espécies como carvalhos, sobreiros, amieiros, castanheiros, freixos, loureiros, medronheiros, ulmeiros, pinheiros-mansos, sabugueiros, amieiros, pilriteiros, entre outras espécies.
A maioria das árvores é fornecida através do Floresta Comum (Condomínio da Terra/Quercus).
Quando começaram os trabalhos?
As ações de plantação começaram em outubro de 2011 e prolongam-se até 2015. O ritmo das plantações depende da área e das condições reunidas em cada uma delas. Em alguns casos as parcelas já estão identificadas e preparadas para receber as árvores e noutros têm que ser limpas e preparadas. O trabalho preparatório das plantações e a posterior gestão é assegurada sobretudo pelas equipas de sapadores florestais ou equipas das autarquias mas o papel de cidadãos voluntários é essencial.
A plantação decorre entre anualmente entre os meses de outubro e fevereiro (eventualmente março). Em setembro e outubro acontecem ações de limpeza de terreno e recolha de sementes. Entre março e setembro são necessárias ações de limpeza, eventual rega e manutenção.
Como surgiu esta iniciativa?
O FUTURO – o projeto das 100.000 árvores - nasceu no contexto do Centro Regional de Excelência em Educação para o Desenvolvimento Sustentável da Área Metropolitana do Porto (cre.porto) e resulta do conhecimento acumulado e da dinâmica de participação e colaboração gerada durante a elaboração do Plano Estratégico de Ambiente da Área Metropolitana do Porto (2003-2008).
Página atualizada no dia 16 de janeiro de 2013
Sempre espécies arbóreas e arbustivas autóctones da flora portuguesa, isto é, espontâneas no nosso país (e na região). A escolha das espécies para cada local depende principalmente das características ecológicas de cada sítio. São privilegiadas espécies como carvalhos, sobreiros, amieiros, castanheiros, freixos, loureiros, medronheiros, ulmeiros, pinheiros-mansos, sabugueiros, amieiros, pilriteiros, entre outras espécies.
A maioria das árvores é fornecida através do Floresta Comum (Condomínio da Terra/Quercus).
Quando começaram os trabalhos?
As ações de plantação começaram em outubro de 2011 e prolongam-se até 2015. O ritmo das plantações depende da área e das condições reunidas em cada uma delas. Em alguns casos as parcelas já estão identificadas e preparadas para receber as árvores e noutros têm que ser limpas e preparadas. O trabalho preparatório das plantações e a posterior gestão é assegurada sobretudo pelas equipas de sapadores florestais ou equipas das autarquias mas o papel de cidadãos voluntários é essencial.
A plantação decorre entre anualmente entre os meses de outubro e fevereiro (eventualmente março). Em setembro e outubro acontecem ações de limpeza de terreno e recolha de sementes. Entre março e setembro são necessárias ações de limpeza, eventual rega e manutenção.
Como surgiu esta iniciativa?
O FUTURO – o projeto das 100.000 árvores - nasceu no contexto do Centro Regional de Excelência em Educação para o Desenvolvimento Sustentável da Área Metropolitana do Porto (cre.porto) e resulta do conhecimento acumulado e da dinâmica de participação e colaboração gerada durante a elaboração do Plano Estratégico de Ambiente da Área Metropolitana do Porto (2003-2008).
Página atualizada no dia 16 de janeiro de 2013

